segunda-feira, 21 de junho de 2010
Áudio e vídeo: recursos educacionais
terça-feira, 15 de junho de 2010
Uma tutora em ação...
Síntese do Fórum II:
" A formação Docente e a aprendizagem em rede"
por Vera Moreira
A sociedade contemporânea estabeleceu uma mudança na postura dos educadores em relação à utilização das novas tecnologias na educação. No fórum II, refletimos e analisamos as possibilidades da atuação docente e o uso da internet/web como recurso favorável à construção do conhecimento em rede.
Recordando...
Para M. Castells "a revolução da tecnologia da informação e a reestruturação do capitalismo introduziram uma nova forma de sociedade, a sociedade em rede".
- Foi esse desenvolvimento tecnológico que determinou o surgimento desta nova sociedade ou a sociedade que determinou o desenvolvimento tecnológico?
- Qual a importância de nos apropriarmos da internet (Web) não somente como ferramenta, mas como um instrumento dinamizador da vida social contemporânea?
- Como a escola tem se apropriado das novas demandas e desafios impostos pela contemporaneidade, no sentido de perceber a reconfiguração pautada em princípios do conhecimento em rede?
De acordo com CASTELLS, “não foi a tecnologia que determinou o nascimento e o desenvolvimento da sociedade em rede, mas sem este tipo de tecnologias aquela não teria existido”.
De fato, estamos todos de acordo que a escola precisa produzir em rede. “A postura do professor diante da tecnologia é a de ver com bons olhos o que ela pode nos oferecer em termos de melhorar o conhecimento a ser adquirido tanto pelo aluno, quanto pelo professor”, como disse uma aluna.
Com base no texto da autora Andrea Ramal, “as escolas têm feito um esforço no sentido de renovar seus métodos didáticos”. De que maneira a internet (Web) pode contribuir com esta inovação nas práticas pedagógicas? O professor terá que atribuir novos sentidos para a realidade e saber criar novos saberes, a serviço da humanidade”.
- Como fazer esta transformação, utilizando as novas tecnologias na sala de aula, de forma a explorar todo o seu potencial?
- O que fazer para o professor deixar de resistir ao uso da Web e das tecnologias digitais?
- Como evitar o mau uso destas ferramentas na escola?
Considerando o posicionamento de RAMAL, a nova prática pedagógica e a utilização das TIC’s na sala de aula, de maneira contextualizada, constituem significativas mudanças no processo de ensino e aprendizagem, pois o professor é o orientador do estudo; o aluno é agente da aprendizagem; a sala de aula é o ambiente de cooperação e construção; e a troca de experiências (o aprender junto) favorece a busca do conhecimento construído e compartilhado por meio da reflexão crítica.
DIMANTAS afirma que “a Internet rompe com espaço, com o tempo, com individualidade e com o conhecimento. A informação é o mundo e o mundo está na rede.”
- Qual é o papel do professor nesta rede de aprendizagem?
- Como dinamizar a prática pedagógica de modo a orientar nossos alunos para que possam explorar a Internet/Web em favor do conhecimento, como destacou outra aluna?
- O que faz esta ferramenta que conecta grupos propiciando coexistir e trabalhar em conjunto?
- Qual o tipo de conexão está sendo feita na escola? Como anda a ética? Até onde vai o direito do outro?
Falando sobre "as possibilidades de conhecimento e de cooperação" que a web oferece aos seus usuários como também foi citado por uma aluna, a Wikipédia, uma enciclopédia construída coletivamente, é uma teia de ideias.
- Como esta rede colaborativa favorece a comunicação?
- Engloba de fato a rede do conhecimento?
A conectividade é uma nova forma de produzir sentido e conhecimentos. A Web permite a expressão das diferenças de identidade. É o território que proporciona a subjetividade, como podemos observar nas argumentações de DIMANTAS. Para ele, colaboração é a palavra do século XXI. É uma condição de sobrevivência. A Internet/Web está ensinando os usuários a se inter-relacionarem no espaço virtual, que é tão real. Neste sentido, que tipo de formação tem sido realizada na escola que permite professores e alunos compreenderem os novos paradigmas que constituem o mundo virtual contemporâneo?
Para esclarecer tal questão, destaco os principais pontos apontados por Dimantas em seu texto:
A potência:
Web: Produção de saberes e conhecimentos coletivos. Espaço de significado simbólico. É um lugar de convivência e de compartilhamento de idéias, uma vez que por trás de cada computador há um ser humano buscando uma nova forma de aprender, produzir, expressar, ensinar etc.
Impacto:
Os seres humanos se organizam em redes colaborativas que permite a edificação de uma inteligência coletiva. A rede amplia a comunicação e o talento humano de cooperação.
As redes são por demais reais: são produtoras de subjetividade e pensamento.
Tecnologia maquínica:
Vivemos numa era de uma cultura remixada, hibrida diversa e plural.
Subjetividade:
É o conjunto de disposições individuais e coletivas que formam um indivíduo social. A Web permite a expressão destas diferenças de identidade e subjetivas.
Controle e liberdade:
O Ciberespaço: é o rompimento como o espaço e o tempo concreto, físico, pré-determinado. A conectividade é uma nova forma de produção de sentidos e de conhecimentos.
Transformação:
Qualquer indivíduo pode interagir com a informação a partir de escolhas e inovações constantes. Estabelece as “comunidades virtuais”.
Rizoma:
As informações veiculadas na Web, estão em rede (rizoma). Por isso, não há início nem fim. Não há uma única raiz, como a árvore, logo somos um produto rizomático.
Produção biopolítica:
Há necessidade de uso da internet a partir de preceitos políticos éticos e responsáveis, elaborados em prol da coletividade mundial.
Redes de colaboração:
Há necessidade de constantes debates sobre o uso adequado do mundo digital, a partir de paradigmas voltados para a (re)construção digna e democrática da sociedade humana.
TAZ:
A Web consiste em um espaço virtual, colaborativo, em rede e fluído. Sua existência permite o compartilhar e socializar idéias, as informações e os conhecimentos diversos e plurais. As coisas mudam em uma velocidade extrema.
Impacto:
O protocolo da Internet é a possibilidade de acesso de todos e de deliberação coletiva sobre temas comuns.
Podemos concluir, portanto, que o professor tem o papel de agente da reflexão crítica. Por isso, a escola deve ser o espaço no qual será ensinado ao aluno o novo conceito de sociedade em rede: construída em rede de maneira colaborativa. Esta rede é uma fonte de informações e conhecimentos produzidos numa infinidade de assuntos e temas através da conexão da Web. É a socialização das informações que forma uma enorme rede de conhecimentos. O uso das novas tecnologias na escola deve planear, conforme as considerações da aluna: “cada vez mais novas formas mais criativas de ensinar e preparar nossos alunos para que sejam cidadãos capazes de interagir, de agir e de conduzir transformações na sociedade em que vivem”.
Uma tutora em ação...

A grande questão a ser desenvolvida, ou seja, o nosso maior desafio é analisar a forma de pensar e de produzir conhecimentos. Assim, a tecnologia utilizada na escola será capaz de construir conhecimento e a rede (Web) possibilitará uma aprendizagem através da inteligência coletiva, como afirma LÉVY.
Para obter a produção cultural, sem dúvida, que a escola necessita de um currículo articulador, flexível, integrado, interativo que envolve o coletivo; práticas pedagógicas inovadoras, interativas e motivadoras; professores com formação continuada; investimento nos recursos tecnológicos convencionais e digitais disponíveis para professores e alunos; coletividade e políticas públicas que sejam de fato construídas e aplicadas em prol da educação que deseja na prática: ensinar, explorar, questionar, relacionar e de produzir conhecimento.
Bons exemplos seriam:
a) Incentivo a cultura: o professor ter condições para freqüentar cinema, teatro, museu e biblioteca;
b) Investimento em bibliotecas (real ou virtual) bem equipadas;
c) Programas educativos de TV e rádio com incentivo às redes Universitárias com investimento em equipamentos e na programação educativa;
d) Inclusão sócio digital é o exercício da cidadania na interação com o mundo da informação e da comunicação. Daí a necessidade de expansão da internet para viabilizar o aumento de usuários e promover a verdadeira inclusão digital.
e) Investimento na formação e na capacitação dos professores e dos gestores.
Neste sentido, as tecnologias presentes na educação permitem a transformação: na escola, do professor e do aluno. Quando utilizadas para produção e divulgação de seu próprio conhecimento e da sua cultura. “Trabalhando, dentro de uma perspectiva de efetiva cidadania”, como disse o professor PRETTO. Visto que a educação tem um papel fundamental para transformar a realidade e questionar o papel do indivíduo na sociedade situando-o em seu tempo e seu espaço. Assim, a reestruturação da forma de pensar faz apropriar do conceito de sociedade em rede em prol do conhecimento. Para tal, o Estado deve comprometer-se com a democratização e com a justiça social por meio de políticas públicas que levem ao desenvolvimento de valores sociais e políticos mais amplos.
No governo Lula, muitas políticas públicas foram implantadas na área de combate a pobreza, para um resultado em curto prazo, como: a Bolsa Família, um programa de estratégia da FOME ZERO que visa assegurar o direito à alimentação adequada, a melhoria da educação e o combate à pobreza e o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), um programa governamental, composto por mais de 40 programas (Capacitação UAB, Educacenso, Brasil Alfabetizado, Inclusão Digital) com uma nova visão. Uma educação sistêmica, onde toda a educação faz parte de um ciclo.
As mudanças, portanto caminham a passos lentos e muitas vezes na mão da contradição. Daí a enorme distância entre a teoria e prática nos terrenos da escola. Por isso, sentimos que “cada vez mais estamos longe das transformações que a tecnologia oferece ao mundo", como vários alunos argumentaram. Desejamos que "a sua escola de amanhã lembrará muito mais um laboratório, uma oficina, uma estação de televisão do que a escola de ontem e ainda hoje”, como cita Anísio Teixeira, 1963. Vamos lembrar que o “amanhã”, é o hoje e o agora.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Cyberbullying
sábado, 5 de junho de 2010
Faça o teste!
(Imagem da Web. Pode ter direitos autorais.)
Basta clicar aqui e conhecer o seu perfil nesta era digital.
Bom resultado!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
NOVAS Leituras que valem a pena!
RAMAL argumenta sobre os novos rumos da educação. Principalmente sobre a postura de professores e alunos em sala de aula. "Imagino a sala de aula do futuro como um lugar comunicativo, sendo o espaço da polifonia, da diversidade das vozes, onde todos poderão se comunicar, se posicionar, e onde, desse diálogo, vai se produzir conhecimento".
Por meio de uma linguagem clara e objetiva podemos destacar pontos reflexivos em relação a nossa postura como educador na contemporaneidade e a nossa prática pedagógica. Deixo aqui algumas sugestões de textos desta autora:
a) UM NOVO PARADIGMA EM EDUCAÇÃO
b) O PROFESSOR DO PRÓXIMO MILÊNIO
c) LER E ESCREVER NA CULTURA DIGITAL
Nesta página, leia também outros artigos.
d) No artigo: TECNOLOGIA COM ALMA - Publicado hoje, 04 de junho de 2010, no Jornal da Ciência e em 01/07/202 no 'O Globo'.
RAMAL fala sobre "um novo modelo pedagógico é exigido pela era da interatividade, das múltiplas janelas abertas do zapping e da hipertextualidade, que torna as cabeças mais capazes de lidar com várias situações em tempos diversos, que exige que se respeitem os ritmos e os percursos individuais de navegação, que promove a criação de teias curriculares e redes de aprendizagem cooperativa".
Para ler na íntegra clique aqui:
"O universo virtual avança e a questão se coloca com mais força: a tecnologia vai tomar o lugar da Humanidade?" Reflita...
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Relatando...
Conclui, neste ano de 2010 o curso de Especialização Lato Sensu Tecnologia de Informação e Comunicação no Ensino Fundamental - TICEF pela UAB/CEAD/UFJF com grande sucesso!
Relato de experiência profissional com as TIC'S
sábado, 29 de maio de 2010
DICAS PARA USAR BEM A TECNOLOGIA
A PARCERIA Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Como utilizar filmes em sala de aula

(Imagem pode ter direitos autorais)
CINEDUCAÇÃO
Este site serve de apoio didático para o professor utilizar filmes em sala de aula. Não apenas passando o filme, mas também o utilizando como subsídio para enriquecimento da aula e fonte inicial de discussões posteriores.
A idéia surgiu a partir de discussões com os acadêmicos Luís R. de Vargas e Roy R. W. Schulemburg Valério com o projeto de extensão da UNIVILLE.
O site também divulga livros completos do projeto, livros de literatura, filmes sugeridos e como utilizá-los em sala de aula, assim como proposta de oficinas!Vale a pena guardar o link em seu favoritos! A relação de filmes em ordem alfabética apresenta a ficha técnica e um bom comentário sobre o filme. Assim, o professor poderá planejar a sua aula conferindo se o filme idealizado para o trabalho realmente atende os propósitos desejados.
O objetivo é utilizar sim os filmes, mas tendo claro que é um recurso auxiliar e complementar em relação às aulas. As atividades suplementares podem envolver:
- Debate (um filme contextualizado gera muitos comentários principalmente fora de sala de aula entre os alunos);
Produção textual, individual ou coletiva;
Pesquisa acerca do assunto destacado (ou vários assuntos) buscando aprofundar mais o que foi visto;
Despertar no aluno o espírito da pesquisa, não se limitando apenas às aulas, ao conteúdo do livro didático, mas procurando outras fontes de pesquisa e estudo.
Os resultados serão nitidamente positivos, principalmente, quando o trabalho é desenvolvido em conjunto com diferentes disciplinas. Bom trabalho! Confira aqui.
Outra opção é: Portas Curtas. Clique! No acervo deste site é possível assistir os filmes.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Esta é pra ouvir...
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Uma boa ideia!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Não fique de fora desta reflexão
"Por que nos contentarmos com o pior, o medíocre, se podemos ter o melhor e não nos falta o recurso humano para isso?"
domingo, 31 de janeiro de 2010
Áudio: recurso pedagógico
Nas ondas do rádio...
A prática pedagógica deste recurso na escola, viabiliza inúmeras atividades em sala de aula, permitindo explorar a criatividade e valorizar a autoria dos alunos. Através da ferramenta de edição de som, como por exemplo, o software livre Audacity, é possível proporcionar ao aluno atividades, tais como: ler e interpretar textos informativos; narrar produções de texto; aplicar o estudo de notação científica em situações reais; elaborar, realizar entrevista e analisar pesquisa de campo; desenvolver a habilidade de pesquisa na Internet e ainda produzir textos radiofônicos para apresentar ao profissional interessado, além de, proporcionar mecanismos que futuramente possam levar à criação de uma rádio-escola.
Roquete Pinto acreditava que através do rádio era possível levar demaneira surpreendente educação e cultura ao povo brasileiro. É o meio de comunicação rápido, barato e eficiente, pois mantém as pessoas informadas dos acontecimentos atuais. Daí o seu papel de destaque na comunicação mundial.
(Imagens da WEB. Podem ter direitos autorais.)
domingo, 24 de janeiro de 2010
Tecnologia na Educação
Fonte: Youtube
TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO: NOVOS TEMPOS, OUTROS RUMOS
Mensagem de Otimismo

Só acreditando no futuro você conseguirá a paz para alcançar seu sonhos...
Você importa.


