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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Uma tutora em ação...

Nova experiência, outro relato


Por Vera Moreira

Iniciou-se no dia 03/08/2010 a Disciplina Técnicas e Métodos para o uso de TIC em Sala. Neste terceiro trabalho auxilio a professora Deniele Pereira Batista nos Polos de Araxá e Salinas.
Segundo ela, “a disciplina tem sua origem na necessidade de se aplicar conhecimentos e conceitos relacionados às TIC’s para a criação de projetos e para o desenho de atividades didáticas. Dessa forma, discorreremos pelos variados usos das tecnologias educacionais, mas buscando sempre um olhar crítico que considere as limitações impostas por algumas delas, dado o contexto educacional em que o professor da rede pública de ensino, está inserido. A partir desse olhar, caminhar para a elaboração de projetos e a desenhar atividades baseadas no uso das TIC’s”.
(Imagem da Web. Pode ter direitos autorias.)

Está estruturada em quatro unidades de estudo:

Unidade I:
• O uso das TIC’s como tecnologias educacionais
• Abordagens construtivistas de educação
• Técnicas de estudo autônomo auxiliadas por TIC
• Aprendizagem colaborativa
• Jogos Educativos

Unidade II:
• Pedagogia da Autoria
• A Web 2.0 e a promoção da autoria
• Internet e o saber

Unidade III:
• Pedagogia por projetos e pesquisa
• Etapas para a elaboração de Projetos
• Exemplo prático de um projeto e suas etapas

Unidade IV:
• Introdução à organização de atividades auxiliadas por computador
• O que é e para que serve o design instrucional
• Desenho das atividades didáticas

Neste primeiro momento, discutimos como o uso pedagógico das TIC’s pode contribuir para a melhoria da aprendizagem dos alunos e pela transformação do ensino. O nosso papel, enquanto professores é tentar vencer este desafio: inovar e transformar em prol da qualidade da educação.

Que a “conectividade” virtual e presencial possa proporcionar caminhos para alcançar os objetivos educacionais. Auxiliar o professor e o aluno na conquista de novas aprendizagens com integração e colaboração nas práticas pedagógicas.

Baseado nas considerações da autora Maria Elizabeth B. de Almeida, as questões abaixo nortearam as discussões no fórum de aprendizagem e onde foram apresentadas diretrizes eficientes para justificar o uso do computador e da Internet/Web na escola:  

  • Como fazer para motivar o professor para o uso da web e das tecnologias digitais?
  • Como evitar o mau uso destes recursos na escola?
  • Como propor aos alunos atividades diferenciadas capazes de levá-los a refletir, questionar, criar e produzir?
  • Quais os parâmetros que devemos adotar para a utilização das tecnologias da informação e da comunicação como ferramentas pedagógicas em prol de uma boa qualidade de ensino e de aprendizagem?
  • Quais são as diretrizes capazes de melhorar as capacidades dos professores nas práticas de ensino por meio de TIC’s?
  • Quais são as diretrizes possíveis para amenizar os entraves cotidianos na escola e possibilitar que a educação tecnológica funcione de forma efetiva?

Portanto, é fundamental que toda comunidade escolar esteja envolvida no processo educacional para otimizar o uso do computador e da Internet/Web com fins pedagógicos.

Foi admirável observar como os cursistas já se encontram engajados no uso das TIC’s em suas escolas e com a grande preocupação de um trabalho consciente e responsável tendo em vista os interesses do aluno. A ética, a netiqueta e o respeito autoral também devem nortear o nosso trabalho. É repensando a nossa prática que realizamos mudanças. Boas mudanças!

sábado, 26 de junho de 2010

Uma tutora em ação...

Síntese do Fórum III
A Internet no espaço escolar: pesquisa e relações sociais
por Vera Moreira

No fórum III, discutimos sobre o “Bullying”e a geração “Copia e Cola”.
Com base nas leituras sugeridas, principalmente nas reportagens da revista Nova Escola, tomamos conhecimento que o termo origina-se do inglês e significa "ameaçar, intimidar". Portanto, o Bullying é uma situação que se caracteriza por atos agressivos verbais ou físicos, de maneira repetitiva por parte de um ou mais alunos, contra um ou mais colegas por qualquer motivo. O bullying estimula a delinquência e induz as outras formas de violência explícita. Estudos mostram que as vítimas do bullying podem, no futuro, reproduzir esta prática com outras pessoas.
Pelo que podemos observar, infelizmente, é uma situação que vem aumentando, principalmente no ambiente escolar e no mundo virtual, devido à facilidade do anonimato. Como citou uma aluna, segundo sua fonte de pesquisa, “a prática do bullying é crime. O primeiro grande passo para pais e educadores é encorajar as vítimas de bullying a denunciar seus agressores. Atualmente, uma das dificuldades para identificar casos de violência moral ou bullying é que a vítima costuma sofrer em silêncio, com medo de represália dos colegas caso conte o que aconteceu para algum adulto”.

(A imagem pode ter direitos autorais.)

Através da linguagem não-verbal, à charge apresentada demonstra a grande intimidação que o bullying causa a vítima, como bem relatou o aluno: “um pequeno garoto, que aparentemente não pode se defender acabou sendo vitima de tal ato”.
Com relação, a inibição do bullying, todos nós: pais, professores e sociedade, temos que estar atentos. É fundamental estudar o histórico completo do aluno e observar o que se passa com ele fora da escola. Tratar o assunto de maneira lúdica é um bom caminho para alcançar bons resultados neste caso. Também é muito importante um trabalho conjunto entre família, escola e sociedade procurando manter uma relação de confiança, o diálogo e dar atenção às atitudes que representam um pedido de “socorro”.
Como argumenta a promotora Soraya Escorel (Paraíba), o grande desafio é: “convocar todos para trabalhar no incentivo a uma cultura de paz e respeito às diferenças individuais”.
Falando sobre a geração “copia e cola”, todos nós concordamos que é uma prática criminosa que não leva a nenhum crescimento, pessoal ou cognitivo, e portanto, “cabe aos pais e aos professores direcionar os nossos filhos e o nossos alunos quanto ao bom uso destas tecnologias para que estes possam adquirir mais conhecimento e evoluir como ser humano”, como ponderou outra aluna. Como assistimos no vídeo, o usuário desta prática a considera fácil, rápida e normal.
A Web deve ser um instrumento que possibilita a construção do conhecimento e devemos ensinar metodologias de pesquisa, desenvolvendo habilidades críticas e reflexivas aos educandos. Como a aluna citou, “a questão do CTRL C/ CTRL V é uma prática inegável. Uma sugestão para evitá-la é solicitar sempre a referência da pesquisa; que o aluno teça comentários sobre o tema pesquisado apresentando suas conclusões e também usar a técnica do check-list, que forçosamente fará o aluno pelo menos ler o que pesquisou".
É fundamental trabalhar a ética e os valores de maneira contextualizada. Em ambos os casos, “é preciso envolver os alunos e conscientizá-los do seu papel na sociedade, como sujeito do processo educativo responsável pela construção do seu conhecimento juntamente com seus pares”, conforme citaram os participantes deste fórum.
Com a troca de experiências amadurecemos nossas ideias e inovamos nossa prática pedagógica. Que bom que mesmo respeitando as diferenças chegamos a um ponto comum em nossas reflexões: a postura do professor ao usar os recursos da Web faz a diferença para evitar a prática "copia e cola" e a necessidade de uma ação conjunta, rápida e eficiente para inibir o bullying. Nosso papel agora é colocá-las em prática.

SUGESTÕES PARA LEITURA SOBRE O ASSUNTO:

http://www.nominuto.com/noticias/cidades/estudiosos-explicam-o-cyberbullyng/16602/

http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=45F563C7EFA931C9E04400144F16FAAE&channelid&opsel=1

http://revistaescola.abril.com.br/template-busca.shtml?qu=tudo%20sobre%20bullying#

http://www.istoe.com.br/reportagens/9028_BULLYING+UM+CRIME+NAS+ESCOLAS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=1025

http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=89

SUGESTÕES DE VÍDEO:

http://www.youtube.com/watch?v=HkyTSaR-S7k&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=TV81QfcEMzU&feature=related

Charge : Garoto folgadão - Geração Coca-Cola

http://charges.uol.com.br/2004/10/07/garoto-folgadao-geracao-coca-cola/

CONFIRA!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Uma tutora em ação...

(A imagem pode ter direitos autorais.)

Síntese do Fórum II:

" A formação Docente e a aprendizagem em rede"

por Vera Moreira

A sociedade contemporânea estabeleceu uma mudança na postura dos educadores em relação à utilização das novas tecnologias na educação. No fórum II, refletimos e analisamos as possibilidades da atuação docente e o uso da internet/web como recurso favorável à construção do conhecimento em rede.
Recordando...
Para M. Castells "a revolução da tecnologia da informação e a reestruturação do capitalismo introduziram uma nova forma de sociedade, a sociedade em rede".

  • Foi esse desenvolvimento tecnológico que determinou o surgimento desta nova sociedade ou a sociedade que determinou o desenvolvimento tecnológico?
  • Qual a importância de nos apropriarmos da internet (Web) não somente como ferramenta, mas como um instrumento dinamizador da vida social contemporânea?
  • Como a escola tem se apropriado das novas demandas e desafios impostos pela contemporaneidade, no sentido de perceber a reconfiguração pautada em princípios do conhecimento em rede?

De acordo com CASTELLS, “não foi a tecnologia que determinou o nascimento e o desenvolvimento da sociedade em rede, mas sem este tipo de tecnologias aquela não teria existido”.
De fato, estamos todos de acordo que a escola precisa produzir em rede. “A postura do professor diante da tecnologia é a de ver com bons olhos o que ela pode nos oferecer em termos de melhorar o conhecimento a ser adquirido tanto pelo aluno, quanto pelo professor”, como disse uma aluna.

Com base no texto da autora Andrea Ramal, “as escolas têm feito um esforço no sentido de renovar seus métodos didáticos”. De que maneira a internet (Web) pode contribuir com esta inovação nas práticas pedagógicas? O professor terá que atribuir novos sentidos para a realidade e saber criar novos saberes, a serviço da humanidade”.

  • Como fazer esta transformação, utilizando as novas tecnologias na sala de aula, de forma a explorar todo o seu potencial?
  • O que fazer para o professor deixar de resistir ao uso da Web e das tecnologias digitais?
  • Como evitar o mau uso destas ferramentas na escola?

Considerando o posicionamento de RAMAL, a nova prática pedagógica e a utilização das TIC’s na sala de aula, de maneira contextualizada, constituem significativas mudanças no processo de ensino e aprendizagem, pois o professor é o orientador do estudo; o aluno é agente da aprendizagem; a sala de aula é o ambiente de cooperação e construção; e a troca de experiências (o aprender junto) favorece a busca do conhecimento construído e compartilhado por meio da reflexão crítica.
DIMANTAS afirma que “a Internet rompe com espaço, com o tempo, com individualidade e com o conhecimento. A informação é o mundo e o mundo está na rede.”

  • Qual é o papel do professor nesta rede de aprendizagem?
  • Como dinamizar a prática pedagógica de modo a orientar nossos alunos para que possam explorar a Internet/Web em favor do conhecimento, como destacou outra aluna?
  • O que faz esta ferramenta que conecta grupos propiciando coexistir e trabalhar em conjunto?
  • Qual o tipo de conexão está sendo feita na escola? Como anda a ética? Até onde vai o direito do outro?

Falando sobre "as possibilidades de conhecimento e de cooperação" que a web oferece aos seus usuários como também foi citado por uma aluna, a Wikipédia, uma enciclopédia construída coletivamente, é uma teia de ideias.

  • Como esta rede colaborativa favorece a comunicação?
  • Engloba de fato a rede do conhecimento?

A conectividade é uma nova forma de produzir sentido e conhecimentos. A Web permite a expressão das diferenças de identidade. É o território que proporciona a subjetividade, como podemos observar nas argumentações de DIMANTAS. Para ele, colaboração é a palavra do século XXI. É uma condição de sobrevivência. A Internet/Web está ensinando os usuários a se inter-relacionarem no espaço virtual, que é tão real. Neste sentido, que tipo de formação tem sido realizada na escola que permite professores e alunos compreenderem os novos paradigmas que constituem o mundo virtual contemporâneo?

Para esclarecer tal questão, destaco os principais pontos apontados por Dimantas em seu texto:

A potência:
Web: Produção de saberes e conhecimentos coletivos. Espaço de significado simbólico. É um lugar de convivência e de compartilhamento de idéias, uma vez que por trás de cada computador há um ser humano buscando uma nova forma de aprender, produzir, expressar, ensinar etc.
Impacto:
Os seres humanos se organizam em redes colaborativas que permite a edificação de uma inteligência coletiva. A rede amplia a comunicação e o talento humano de cooperação.
As redes são por demais reais: são produtoras de subjetividade e pensamento.
Tecnologia maquínica:
Vivemos numa era de uma cultura remixada, hibrida diversa e plural.
Subjetividade:
É o conjunto de disposições individuais e coletivas que formam um indivíduo social. A Web permite a expressão destas diferenças de identidade e subjetivas.
Controle e liberdade:
O Ciberespaço: é o rompimento como o espaço e o tempo concreto, físico, pré-determinado. A conectividade é uma nova forma de produção de sentidos e de conhecimentos.
Transformação:
Qualquer indivíduo pode interagir com a informação a partir de escolhas e inovações constantes. Estabelece as “comunidades virtuais”.
Rizoma:
As informações veiculadas na Web, estão em rede (rizoma). Por isso, não há início nem fim. Não há uma única raiz, como a árvore, logo somos um produto rizomático.
Produção biopolítica:
Há necessidade de uso da internet a partir de preceitos políticos éticos e responsáveis, elaborados em prol da coletividade mundial.
Redes de colaboração:
Há necessidade de constantes debates sobre o uso adequado do mundo digital, a partir de paradigmas voltados para a (re)construção digna e democrática da sociedade humana.
TAZ:
A Web consiste em um espaço virtual, colaborativo, em rede e fluído. Sua existência permite o compartilhar e socializar idéias, as informações e os conhecimentos diversos e plurais. As coisas mudam em uma velocidade extrema.
Impacto:
O protocolo da Internet é a possibilidade de acesso de todos e de deliberação coletiva sobre temas comuns.

Podemos concluir, portanto, que o professor tem o papel de agente da reflexão crítica. Por isso, a escola deve ser o espaço no qual será ensinado ao aluno o novo conceito de sociedade em rede: construída em rede de maneira colaborativa. Esta rede é uma fonte de informações e conhecimentos produzidos numa infinidade de assuntos e temas através da conexão da Web. É a socialização das informações que forma uma enorme rede de conhecimentos. O uso das novas tecnologias na escola deve planear, conforme as considerações da aluna: “cada vez mais novas formas mais criativas de ensinar e preparar nossos alunos para que sejam cidadãos capazes de interagir, de agir e de conduzir transformações na sociedade em que vivem”.

Uma tutora em ação...


(A imagem pode ter direitos autorais)

Síntese do Fórum I:
"Educação e Internet: histórico e políticas públicas"
por Vera Moreira

Considerando os posicionamentos apresentados no Fórum I, e os estudos realizados, podemos concluir que a escola contemporânea não pode ficar indiferente às possibilidades do uso das TIC’s no espaço pedagógico, com o objetivo de produzir conhecimentos e cultura e não de apenas ser consumo de informações.
A grande questão a ser desenvolvida, ou seja, o nosso maior desafio é analisar a forma de pensar e de produzir conhecimentos. Assim, a tecnologia utilizada na escola será capaz de construir conhecimento e a rede (Web) possibilitará uma aprendizagem através da inteligência coletiva, como afirma LÉVY.
Para obter a produção cultural, sem dúvida, que a escola necessita de um currículo articulador, flexível, integrado, interativo que envolve o coletivo; práticas pedagógicas inovadoras, interativas e motivadoras; professores com formação continuada; investimento nos recursos tecnológicos convencionais e digitais disponíveis para professores e alunos; coletividade e políticas públicas que sejam de fato construídas e aplicadas em prol da educação que deseja na prática: ensinar, explorar, questionar, relacionar e de produzir conhecimento.
Bons exemplos seriam:
a) Incentivo a cultura: o professor ter condições para freqüentar cinema, teatro, museu e biblioteca;
b) Investimento em bibliotecas (real ou virtual) bem equipadas;
c) Programas educativos de TV e rádio com incentivo às redes Universitárias com investimento em equipamentos e na programação educativa;
d) Inclusão sócio digital é o exercício da cidadania na interação com o mundo da informação e da comunicação. Daí a necessidade de expansão da internet para viabilizar o aumento de usuários e promover a verdadeira inclusão digital.
e) Investimento na formação e na capacitação dos professores e dos gestores.

Neste sentido, as tecnologias presentes na educação permitem a transformação: na escola, do professor e do aluno. Quando utilizadas para produção e divulgação de seu próprio conhecimento e da sua cultura. “Trabalhando, dentro de uma perspectiva de efetiva cidadania”, como disse o professor PRETTO. Visto que a educação tem um papel fundamental para transformar a realidade e questionar o papel do indivíduo na sociedade situando-o em seu tempo e seu espaço. Assim, a reestruturação da forma de pensar faz apropriar do conceito de sociedade em rede em prol do conhecimento. Para tal, o Estado deve comprometer-se com a democratização e com a justiça social por meio de políticas públicas que levem ao desenvolvimento de valores sociais e políticos mais amplos.

No governo Lula, muitas políticas públicas foram implantadas na área de combate a pobreza, para um resultado em curto prazo, como: a Bolsa Família, um programa de estratégia da FOME ZERO que visa assegurar o direito à alimentação adequada, a melhoria da educação e o combate à pobreza e o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), um programa governamental, composto por mais de 40 programas (Capacitação UAB, Educacenso, Brasil Alfabetizado, Inclusão Digital) com uma nova visão. Uma educação sistêmica, onde toda a educação faz parte de um ciclo.
As mudanças, portanto caminham a passos lentos e muitas vezes na mão da contradição. Daí a enorme distância entre a teoria e prática nos terrenos da escola. Por isso, sentimos que “cada vez mais estamos longe das transformações que a tecnologia oferece ao mundo", como vários alunos argumentaram. Desejamos que "a sua escola de amanhã lembrará muito mais um laboratório, uma oficina, uma estação de televisão do que a escola de ontem e ainda hoje”, como cita Anísio Teixeira, 1963. Vamos lembrar que o “amanhã”, é o hoje e o agora.