sexta-feira, 11 de setembro de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Porque é muito importante você "aparecer" em um Ambiente Virtual!!!!

O silêncio virtual nos ambientes de aprendizagem: pensando alto sobre a questão.
(Ney Mourão)*
Na Era da Informação, cada vez mais é importante que as pessoas sejam dotadas da competência para se expressar. Falar em público, manifestar a sua opinião, interagir com os demais membros da comunidade tem-se tornado, cada dia mais, uma exigência comum nas organizações que aprendem.
Quando se fala em interação, no entanto, surge um fantasma, que costuma assombrar os castelos, tanto de profissionais, quanto de alunos como de educadores, principalmente quando se fala em Educação a Distância, ambientes colaborativos, fóruns de interação.
Por que muitos atores sociais assumem o papel de personagens pouco falantes, quase nada escreventes ou aparentemente omissos, quando deveriam co-operar, com o diálogo, com os demais participantes, em um curso ou atividade de aperfeiçoamento?Por que muitos indivíduos com reconhecido talento, ao lidarem com um fórum de discussão, uma lista temática ou uma sala de aula virtual preferem tornarem-se membros de uma obscura “turma do fundão”? Qual seria a causa do silêncio virtual?Tenho algumas suposições. Longe de qualquer experimentação científica, elas são frutos da observação cuidadosa das pessoas, de suas relações, de seus modos de viver e de aprender. Arrisco-me, aqui, a esboçar algumas dessas suspeitas.
1. Dificuldade de expressão - Principalmente porque manifestar-se exige correção na escrita, clareza, coerência, coesão. Como professor de Produção textual, sei como muitos alunos encaram isso como um verdadeiro pesadelo.
2. Ausência de motivação com o tema em questão - Não havendo a obrigatoriedade, e se o tema não desperta, de fato, interesse, não há motivo para a manifestação. Eu talvez jamais me manifestasse sobre o último jogo entre Cruzeiro e Atlético. Não gosto de futebol e não é um tema sobre o qual eu me moveria.
3. Desinformação sobre o assunto em pauta - No exemplo que acabei de citar, acima, se vocês começarem a discutir sobre as últimas aquisições do Cruzeiro ou do Atlético, ou seja lá de que raio de time que for, é bastante provável que eu não tecle uma vírgula. É claro que, se eu for obrigado a isso, amanhã terei que comprar um jornal, emergencialmente, e ler o caderno de Esportes. Mesmo assim, haverá que ser computado o tempo de silêncio, entre a minha busca, a minha pesquisa, a minha “digestão” (ou “indigestão”) do tema.
4. Postura agressiva perante a tutoria - Sim!!!! Alguém já ouviu dizer que o contrário do amor é a indiferença? Um tutor que gere sentimentos de não-empatia, de ausência de simpatia ou de antipatia, por motivos diversos, em um determinado aprendiz, pode gerar nele uma sensação de indiferença, de rancor que, por não poder se tornar manifesto, transforma-se em silêncio latente, consciente ou inconsciente. Nada muito diferente do campo presencial. Alunos extremamente calados podem estar buscando agredir o professor com seu silêncio. Ou apenas se preservarem de uma relação interpessoal conflituosa. Calado, evito aborrecimentos, pode pensar o aprendiz. Bem-vindos ao campo freudiano!!!
5. Ausência de competência técnica para lidar com o ambiente - Em alguns casos, há aprendizes que vão “fuçando” por fora, observando, aprendendo primeiro, antes de mostrar-se. Há, aí, o medo da exposição, o medo de assumir que não sabe lidar com a ferramenta.
6. Medo da não-pertinência - É o medo que advém quando o aprendiz percebe-se um “estranho no ninho”. Um técnico, em meio a acadêmicos, por exemplo. Um poeta, no meio de matemáticos. Um leigo, no meio de professores de renome. Um leigo,em meio a especialistas em determinado tema. Com receio do ridículo, do fazer feio, alguns aprendizes podem preferir se calar.
7. Temperamento natural - Ora, bolas. Se no mundo presencial há pessoas que não são muito mesmo de falar, porque no campo virtual elas são obrigadas a engolir as pílulas que a boneca Emília engoliu e tornarem-se uma "torneirinha de asneiras”, como descreveu Monteiro Lobato? Eu, por exemplo, teria dificuldades em ficar “calado”. Se eu me calar, podem apostar que há algum problema humano ou técnico (risos). Mas o oposto é real: há seres mais ouvintes do que falantes. Há, inclusive, profissionais pagos para apenas ouvirem - que o digam (ou não digam…) os psicanalistas gestálticos! Por enquanto é isso. Em matéria de silêncio, creio que já falei por demais! Quem concordar, que grite em uníssono. Quem discordar, que fale ainda mais alto!

* (Ney Mourão, tutor em cursos de Educação a Distância, costuma defender a idéia de que mais vale falar pouco e bem do que muito e pelos cotovelos - tanto no aprendizado virtual quanto no presencial!)

Considero válida esta reflexão, o autor me desculpa, mas perdi a fonte.

Um dia você aprende

Esta mensagem é mesmo linda e muito significativa. Já conhecia o texto com outra imagem. Mas esta, que uma amiga me enviou, ainda é mais tocante. As imagens falam por si... Desejo a cada um leitor/ouvinte desta mensagem uma boa reflexão!

Basta clicar e se emocionar!

Aprender com a vida

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, e percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas. Pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não deve se comparar com os outros, mas como melhor que você pode ser. Descobre que leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo,mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.Aprende que paciência requer muita prática.Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direitode estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que amenão significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga. Você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que, realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não agüenta mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"Nossas dádivas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar."

WILLIAM SHAKESPEARE

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Entrevista

Uma opção de leitura é a entrevista do filósofo e educador Mário Sergio Cortella na qual comenta sobre a federalização do ensino, a formação docente e outras questõs da educação brasileira.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Para refletir...

(A imagem pode ter direitos autorais)

“A tecnologia tem um papel
importante no desenvolvimento
de habilidades para atuar
no mundo de hoje”.

Márcia Padilha Lotito *
* Coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI)

Mais Leituras que valem a pena!

O PRAZER DE APRENDER COM A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Claudinéia Mattei http://www.icpg.com.br/artigos/rev02-11.pdf

Linguagens e Tecnologias na Educação. Nelson De Luca Pretto http://www.ufba.br/~pretto
Linguagens e Tecnologias na Educação, Nelson De Luca Pretto. In Cultura, linguagem e subjetividade no ensinar e aprender, organizado por Vera Candau, pela DP&A, paginas161-182

AS NOVAS TECNOLOGIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA SOB A PERSPECTIVA CONSTRUTIVISTA
Flavia Rezende, Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde, UFRJ
http://www.cecimig.fae.ufmg.br/wp-content/uploads/2007/12/flavia.PDF

Como utilizar a Internet na educação. José Manuel Moran
Novos desafios na educação - a Internet na educação presencial e virtual. Moran
http://www.eca.usp.br/eca/prof/moran/mor.htm

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19651997000200006&lng=en&nrm=iso&tlng=pt

Veja como controlar o que seu filho vê na internet. Heloisa Helena Lupinacci
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u10006.shtml

Teoria & Prática. Tecnologia na educação, Tecnologia para a educação: um texto em construção. Mararete AXT. V.3 Nº 1, p 51-62. PGIE,UFRGS
http://www.seer.ufrgs.br/index.php/InfEducTeoriaPratica/article/viewFile/6392/3834

Cuidados ao escolher nossas fontes de informação. Gilberto Alves
http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/03/22/cuidados-ao-escolher-nossas-fontes-de-informacao/

Considerações

(A imagem pode ter direitos autorais)


Os nossos alunos, hoje, fazem parte da geração multimídia. Portanto, o grande desafio para nós, educadores, que ainda somos a peça central de todo processo educativo, é usar as novas tecnologias na educação através de metodologias que atendam o Projeto Político Pedagógico da escola.
Neste contexto, o computador é um forte aliado. Usado com ética, bom senso, criticidade, objetividade e criatividade propõem ao aluno, uma aprendizagem significativa. Impulsiona o prazer ao realizar as tarefas, aprender e a criar através da informação, da cooperação e da coletividade por meio das práticas educativas.
Hoje não podemos ignorar a Internet, mesmo que não esteja sendo utilizada diretamente na atividade educacional. Pedagogicamente, é uma fantástica ferramenta! São inúmeras as possibilidades inovadoras que pode proporcionar ao processo ensino-aprendizagem. De maneira contextualizada, visam promover o crescimento pessoal, social, afetivo, cognitivo e cultural dos nossos alunos.
As tecnologias convencionais ou digitais na educação possibilitam ao aluno a oportunidade para desenvolver suas competências e as suas habilidades (saber fazer) gerando novos comportamentos, assim como, a construção do seu conhecimento.

Confira no Portal do MEC, a Rede Virtual de Educação:

Super Dicas!

(A imagem pode ter direitos autorais)
Não deixe de navegar nos links indicados abaixo. Você vai descobrir muitas possibilidades de trabalho e muitas informações sobre informática. Aprenda sozinho! Bom estudo!


http://www.hsw.uol.com.br/ (Como tudo funciona)

http://www.infowester.com/ (Sobre informática)


http://www.ortografa.com.br/ (Confira sobre a nova ortografia)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Leituras que valem a pena!


O que o blog pode fazer pela educação? - Mara Lúcia Martins



As inovações tecnológicas a serviço da educação – Ivônio Barros



Discutindo Informática, estudando informática - Beth Bastos



Quando sala de aula e laboratório de informática são o mesmo lugar - Léo Silva



O uso do computador na educação, aliada a softwares educativos no auxílio ao ensino e aprendizagem - Prof. MSc. Geraldo Magela da Silva

Blog, por quê?


Segundo a professora de informática educativa desde 1998, pedagoga e especialista, Andréa Bruzaca, 2007 em; “O uso do blog na educação”, através do Blog "é possível compartilhar conhecimentos, escrever algo que implica reflexão e crítica permitindo o diálogo, a autoria e a co-autoria provocando grande atração porque desenvolve a habilidade de informação, transformando-a em conhecimento compartilhado através do espírito de colaboração e do aprender a aprender.
O Blog é um instrumento de avaliação. Ele proporciona o hábito convertido em criatividade, análise e síntese.
Além da postagem de texto, é possível inserir no blog outras mídias, como: imagens, sons e vídeos".

Vamos “Blogar” nesta idéia?

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Sobre os avanços e os retrocessos da tecnologia...


“... As tecnologias tentam artificialmente reagregar
um mundo pulverizado de contato humano que na
prática já está totalmente rarefeito, pulverizado.”

Ciro Marcondes Filho
(em Sociedade Tecnológica, Ed Sicipione, 1994 p-51)
A tecnologia fornece a globalização da comunicação, interação e cooperação do homem com o meio facilitando a nossa vida e tornando-a mais dinâmica.
Hoje, o homem tem acesso a qualquer tipo de conhecimento e a tecnologia distribui todos estes horizontes. Ela é o principal fator responsável pela criação de novas linguagens, sendo os meios de comunicação capazes de desenvolver formas sofisticadas de comunicação sensorial, multidimensional, integrando linguagens, ritmos e caminhos diferentes de acessos ao conhecimento.

Segundo Virgil* (2008), as tecnologias da informação e da comunicação estão relacionadas a 3 esferas: “Esfera Conceitual, onde as tecnologias se revelam como recursos facilitadores para diversos fins; Esfera Humana, onde as tecnologias são como extensões das capacidades humanas e Esfera Social, comentando sobre a importância do letramento e da necessidade da inclusão digital nos diversos setores da sociedade”.
Diante do crescente avanço tecnológico, com a intensificação do conhecimento e dos diversos recursos que temos à nossa disposição par agilizar e aperfeiçoar o nosso dia-a-dia, como a tv, o aparelho de som, celular, computador, fogão, geladeira, microondas ou mesmo em diversos lugares como bancos, supermercados, hospitais e escolas, por exemplo, que no passado só dispunham da máquina de escrever, a tv, o videocassete e a parabólica, hoje utilizam o DVD, o computador, a internet e o datashow.
Na área da saúde, é imenso o retorno positivo dos avanços tecnológicos, uma vez que segundo cientistas, se deve a este fator o aumento da longevidade, permitindo uma expectativa de vida até os 110 anos. Podemos citar quanto ao domínio da ciência médica e seus aparelhos de captação o avanço na leitura do DNA; pesquisas com células troncos; os transplantes de órgãos; a modernização das próteses; a aparelhagem de alta resolução para realização dos mais diversos exames de saúde e auxílio em cirurgias; descobertas dos medicamentos dentre outros.

Conclui-se que “a revolução da tecnologia surgida desde a década de 60/70, provocou mudanças sociais, educativas, culturais e interativas pois trata-se da tecnologia integrada, lingüística, comunicação e informação”, (por Maria das Graças Targino) principalmente através da internet que nos permite ampliar o conhecimento geral e diversificado, acompanhar notícias do mundo inteiro em tempo real diminuindo a distância entre as pessoas e as nações, interatividade.
Estas grandes revoluções tecnológicas manifestam-se de acordo com a necessidade da sociedade e como tudo, tem o seu lado positivo e também seu lado negativo.
A idéia do retrocesso do uso da tecnologia na contemporaneidade, está relacionada com:

  • o desaparecimento das energias não renováveis;
  • a poluição crescente e aos danos ao meio ambiente;
  • ao domínio da natureza humana através do uso de muita informação sem critérios de seleção;
  • à contribuição para o desaparecimento da própria tecnologia afetando a sociedade em todos os níveis;
  • aos alimentos contaminados por agrotóxicos;
  • a energia nuclear causando poluição da atmosfera;
  • a tecnologia de ponta na utilização de produtos bélicos;
    ao desemprego;
  • ao incentivo ao consumismo;
  • o comodismo, a alienação e a exclusão social quanto ao uso da informática;
  • ao isolamento progressivo da vida social.

Concordo que é necessário que haja “uma mudança de comportamento na sociedade com valores e ética para impedir que o desenvolvimento seja baseado no sacrifício de grupos sociais ou das gerações futuras”, como citou a colega Marlene Marques. Portanto, os avanços são muitos, mas os retrocessos ainda são inúmeros e não podem ser simplesmente descartados, devem sim ser motivos para reflexão e mudanças na sociedade.

* VIRGIL, Jhonny. Síntese da Relação da Tecnologia com o ser Humano e a Sociedade. Inf., Londrina, v13.nº 1, p. 48-71, jan/jul/2008.

Vera Moreira Lemos Nery da Silva



Módulo de Acolhimento – Considerações



Através do Guia do Aluno também acompanhado do cd-rom tivemos a oportunidade de conhecer a estrutura da UFJF, assim como o NEAD, que é o órgão da UFJF, criado para implementar e coordenar os cursos de Educação a Distância auxiliando o uso das tecnologias de informação e comunicação no processo de aprendizagem onde a educação supera qualquer distância.
Tomamos conhecimento dos conceitos da Educação a Distância; das funções de cada agente deste processo; orientações para um estudo eficiente; esclarecimentos sobre a avaliação a distância como atividade crítica do conhecimento e informações sobre o ambiente de aprendizagem: moodle e demais ferramentas: Google Apps Education e o Ponto d’Encontro.
Com o auxílio dos textos presentes nas apostilas do módulo de Acolhimento: Fundamentos da Aprendizagem em Rede, volume 1 e sobre as Ferramentas Digitais de Apoio ao Estudo, volume 2, realizamos leituras de estudo acadêmico, aprendemos novas possibilidades de conhecimento permitindo aumentar o nosso repertório. Desenvolvemos atividades, trocamos idéias através dos fóruns e adquirimos informações sobre as diversas ferramentas digitais que iremos utilizar ao longo do curso.
Os textos complementares encontrados no arquivo multimídia, são sugestões bibliográficas de apoio e enriquecimento da nossa aprendizagem.
Todas estas experiências tem sido válidas para cada um de nós, que após os percalços dos primeiros dias de utilização da plataforma, pouco a pouco, os caminhos foram se abrindo, vencemos as dificuldades e hoje já dominamos parte das ferramentas virtuais facilitadoras do processo de aprendizagem que nos permite autonomia no estudo on-line, esclarecimentos de dúvidas, comunicação e interatividade.

Vera Moreira Lemos Nery da Silva
Professora, estudante do pós em TIC’s no Ensino Fundamental pela UAB/UFJF, pólo de Juiz de Fora – MG.

Estou criando este espaço para troca de ideias e experiências sobre as tecnologias da informação e da comuncicação.
Gostaria de contar com a participação dos colegas do Pós-Graduação 2008 da UAB/UFJF.
Sejam bem-vindos! Deixem sempre o seu comentário.